Um dia comi uma sopa de ervilhas e coco no Go Natural e fiquei com curiosidade de experimentar. Assim nasceu esta receita:
Ingredientes:
1 cebola
1 kg de ervilhas congeladas
50 g de creme de coco em pó
água q.b.
sal q.b.
azeite q.b.
mistura de pimentas moída na hora
Refoga-se a cebola numa panela grande. Junta-se as ervilhas (sem descongelar).
Coloca-se água a ferver, até cobrir as ervilhas, e adiciona-se o creme de coco em pó.
Tempera-se com sal a gosto.
Deixa-se ferver até as ervilhas estarem cozidas.
Com a varinha mágica tritura-se tudo, adiciona-se a pimenta e rectifica-se o sal.
Nesta fase adiciona-se água a gosto para obter-se a consistência preferida da sopa.
Serve-se com pedaços de pão frito ou amêndoas laminadas.
Nota: esta sopa também poderá ser servida em copos pequenos como amuse bouche.
segunda-feira, maio 02, 2011
sexta-feira, abril 22, 2011
Boulgour de alho francês e queijo de cabra
Sempre que penso que vou ter um momento para descansar aparece mais trabalho e sou obrigada a adiar o meu descanso mais umas semanas. Felizmente, esta semana foi mais calma, no entanto começou com uma grande constipação, que já desapareceu, e um acidente de carro, o qual não fui culpada. Assim, esta calma semana está a tornar-se num filme de telefonemas para resolver a situação. Solução: refugiei-me na cozinha e nasceu este prato.
Ingredientes:
250 g de tomate cherry
3 alhos franceses
1 cebola média
1 chávena de boulgour
40 g de passas
1 queijo de cabra
1 queijo de cabra
vinho branco q.b.
1 pitada de canela
1 pitada de açafrão das índias
pimenta
sal
Com uma faca afiada, faz-se cortes nos tomates em forma de cruz.
Coloca-se num tabuleiro e rega-se com um fio de azeite e tempera-se com sal fino.
Vai ao forno a 200 graus durante 20 minutos. Deixa-se arrefecer e corta-se cada tomate em quatro.
Prepara-se o boulgour de acordo com as instruções do pacote.
Numa frigideira refoga-se a cebola (cortada ao meio e em rodelas) e o alho francês (cortado em rodelas).
Junta-se as passas e o vinho e tempera-se com um pouco de sal, canela e açafrão das índias. (Se for necessário junta-se um pouco de água quente até o alho francês estar pronto).
Adiciona-se o boulgour já pronto à mistura do alho francês.
Numa taça, junta-se tomate e o queijo de cabra cortado em cubos. Tempera-se com a pimenta moída na hora.
Adiciona-se o boulgour com o alho francês ao tomate.
Só recentemente é que experimentei boulgour e fiquei logo apaixonada. Experimentem :)
domingo, março 27, 2011
Um desafio e uma homenagem à minha família!
Quando li o desafio do Cinco Quartos de Laranja e da RTP fiquei muito entusiasmada e resolvi fazer os Mexidos da minha avó, pois é uma sobremesa que está sempre presente em todos os Natais na nossa família. Apesar de nunca ter conhecido a minha avó, esta missão foi passada à minha mãe. Lembro-me que desde muito pequena passávamos a tarde, de 24, a cortar as nozes, a pelar as amêndoas num convívio na cozinha.
Como nasci nos anos 80 resolvi ligar às minhas tias e à minha mãe na esperança de conseguir algumas recordações relacionadas com os preparativos da Ceia de Natal dos anos 60 e assim nasceu esta história.
Os meus avós maternos tiveram 6 filhos: dois rapazes e 4 raparigas. Escusado será dizer que havia sempre muita agitação por toda a casa. No entanto, a minha avó sempre foi uma pessoa muito calma e conseguia gerir a casa e ainda estar completamente apaixonada pelo meu avô.
Nos anos 60, os preparativos do Natal começavam com a compra de um peru vivo na Praça de Santo António, 4 dias antes do Natal. Nessa altura, diversos homens levavam os seus perus e prendiam-nos com cordéis pelas patas na praça. A minha avó ia com a empregada para a ajudar trazer o peru vivo para casa. Este, mal chegava a casa, ia para marquise já preparada com jornais no chão. De seguida, a minha avó dava ao peru aguardente do Minho com jarro pequeno. Este cambaleava, pela marquise, até ter o seu fim e depois era depenado. No dia seguinte era colocado num alguidar com água, sal, limão e laranja e depois era pendurado nas torneiras do gás, por um cordel, onde passava a noite. Era recheado e só na manhã do dia 25 é que era colocado no forno para ser saboreado ao almoço.
Os doces eram preparados no dia 24 e todos ajudavam. Uma das minhas tias ficava encarregue de fritar os sonhos e as fatias douradas; o meu avô abria as nozes (colocava duas nozes na mão e partia-as), o meu tio partia as amêndoas que depois eram escaldadas e todos ajudavam a tirar a pele e a minha avó ia fazendo várias sobremesas ao mesmo tempo que coordenava tudo.
No jantar de 24 só se comia bacalhau e depois os meus avós e tios iam à missa do Galo. Só quando voltavam da missa é que comiam os doces: farófias, mexidos, sonhos, fatias douradas e também pãezinhos de leite com fiambre a acompanhar com uma garrafa de champanhe.
Agora o Natal é diferente, mas a comida é a mesma, especialmente os Mexidos que têm um lugar muito especial. Assim em homenagem à minha família e a todos os momentos que nos juntamos em torno da comida, resolvi fazer os famosos Mexidos da minha avó para este desafio.
Ingredientes:
250 g de pão
250 g de açúcar
1 litro de leite
1 colher de sopa de manteiga
raspa de 1 limão
6 gemas
1 cálice de vinho do Porto
nozes
pinhões
passas
amêndoas
Corta-se o pão em pedaços.
Ferve-se o leite e verte-se sobre o pão tapando-se, de seguida, durante uns minutos.
Mexe-se com uma colher e de seguida desfaz-se com a varinha mágica.
Junta-se o açúcar, a manteiga, a raspa de limão e as gemas.
Vai ao lume, brando, e deixa-se a ferver durante 5 minutos, mexendo sempre.
Retira-se do lume e mistura-se o vinho do Porto e os frutos secos picados grosseiramente.
Coloca-se em taças de vidro polvilhadas com canela.
P.S. Na altura a minha avó não usava varinha mágica e desfazia os mexidos com uma colher de pau e depois passava num coador.
Os doces eram preparados no dia 24 e todos ajudavam. Uma das minhas tias ficava encarregue de fritar os sonhos e as fatias douradas; o meu avô abria as nozes (colocava duas nozes na mão e partia-as), o meu tio partia as amêndoas que depois eram escaldadas e todos ajudavam a tirar a pele e a minha avó ia fazendo várias sobremesas ao mesmo tempo que coordenava tudo.
No jantar de 24 só se comia bacalhau e depois os meus avós e tios iam à missa do Galo. Só quando voltavam da missa é que comiam os doces: farófias, mexidos, sonhos, fatias douradas e também pãezinhos de leite com fiambre a acompanhar com uma garrafa de champanhe.
Agora o Natal é diferente, mas a comida é a mesma, especialmente os Mexidos que têm um lugar muito especial. Assim em homenagem à minha família e a todos os momentos que nos juntamos em torno da comida, resolvi fazer os famosos Mexidos da minha avó para este desafio.
Ingredientes:
250 g de pão
250 g de açúcar
1 litro de leite
1 colher de sopa de manteiga
raspa de 1 limão
6 gemas
1 cálice de vinho do Porto
nozes
pinhões
passas
amêndoas
Corta-se o pão em pedaços.
Ferve-se o leite e verte-se sobre o pão tapando-se, de seguida, durante uns minutos.
Mexe-se com uma colher e de seguida desfaz-se com a varinha mágica.
Junta-se o açúcar, a manteiga, a raspa de limão e as gemas.
Vai ao lume, brando, e deixa-se a ferver durante 5 minutos, mexendo sempre.
Retira-se do lume e mistura-se o vinho do Porto e os frutos secos picados grosseiramente.
Coloca-se em taças de vidro polvilhadas com canela.
P.S. Na altura a minha avó não usava varinha mágica e desfazia os mexidos com uma colher de pau e depois passava num coador.
quinta-feira, março 24, 2011
Bolachas de canela e laranja com sementes de papoila
Fiz estas bolachas como prenda do Dia do Pai. A cozinha ficou com um cheiro maravilhoso a canela e a laranja.
Ingredientes:
70 g de margarina
30 g de manteiga
3 colheres de sopa de mel
250 g de farinha
50 g de açúcar
raspa de 1 laranja
2 colheres de sopa de sumo de laranja
1 colheres de sopa de canela em pó
Num tacho, aquece-se a manteiga, a margarina e o mel.
Numa taça coloca-se a farinha, o açúcar e a canela em pó.
Abre-se um buraco no centro e verte-se a mistura de manteiga e mel e o sumo de laranja.
Mistura-se com as mãos.
Coloca-se num recipiente e vai ao congelador durante 30 minutos.
Num tabuleiro, forrado com papel vegetal ou tapete de silicone, colocam-se bolas pequenas da massa.
Com um grafo, marca-se as bolas e polvilham-se com as sementes de papoila.
Vai ao forno pré-aquecido a 150 graus.
Quando estiverem prontas deixa-se arrefecer numa grelha.
Esta receita foi inspirada nas receitas de bolachas com laranjas dos blogues: Gourmets Amadores e Tertúlia de Sabores.
domingo, março 20, 2011
Arroz com salmão fumado e morangos
Para comemorar a chegada da Primavera.
Ingredientes:
1 chávena de arroz
2 chávenas de água
100 g de salmão fumado
200 g de morangos
400 g de espinafres congelados
azeite q.b.
sal q.b.
mistura de pimentas e coentros q.b.
vinagre balsâmico q.b
Ingredientes:
1 chávena de arroz
2 chávenas de água
100 g de salmão fumado
200 g de morangos
400 g de espinafres congelados
azeite q.b.
sal q.b.
mistura de pimentas e coentros q.b.
vinagre balsâmico q.b
Coloca-se o arroz num tacho com um fio de azeite e vai ao lume.
Adiciona-se a água e o sal. Quando levantar fervura baixa-se o lume e tapa-se a panela.
Após 15 minutos retira-se do lume e coloca-se o arroz numa travessa para arrefecer.
Coze-se os espinafres seguindo as instruções da embalagem. Deixa-se arrefecer.
Lavam-se e cortam-se os morangos ao meio e depois em fatias finas.
Corta-se o salmão fumado em tiras finas.
Juntam-se todos os ingredientes e tempera-se com azeite, vinagre, sal e mistura de pimentas e coentros moída na hora.
Utilizei espinafres congelados, pois eram os únicos que tinha em casa, mas também deve ficar bom com folhas de espinafres frescas. Experimentem, também, adicionar frutos secos.
quarta-feira, março 09, 2011
Bolo de maçã e bolacha
Andava com vontade de fazer um bolo na minha forma inglês (não perguntem porquê) e assim nasceu este bolo de maçã que resolvi complementar com bolachas. Só não desapareceu na própria noite, pois ainda tinha de tirar fotografia. Assim que tratei da foto a fatia voou à velocidade da luz.
Ingredientes:
150 g de manteiga
150 g de farinha sem fermento
150 g de açúcar
3 ovos
2 maçãs
70 g de bolachas
50 ml de leite
2 colheres de chá de fermento em pó
1 colher de chá de canela em pó
noz moscada ralada q.b.
Bate-se na máquina a manteiga e o açúcar até ficar esbranquiçado (a manteiga não poderá estar muito fria).
Juntam-se os ovos 1 a 1, alternando com 1 colher de sopa de farinha. Junta-se o leite e bate-se mais um pouco.
Num pilão esmagam-se as bolachas grosseiramente.
Descascam-se as maçãs em gomos e de seguida cortam-se fatias finas de cada gomo.
O restante da farinha, as maçãs, as bolachas, noz moscada e a canela adicionam-se à massa e mistura-se com uma colher.
Coloca-se numa forma untada com manteiga e vai ao forno pré-aquecido a 150 graus.
Para verificar se já está pronto, espeta-se um palito no centro do bolo e este terá de sair seco.
Deixa-se arrefecer um pouco e desenforma-se.
Este bolo quente é maravilhoso, pois fica estaladiço. Nesta receita utilizei bolachas tostadas, mas experimentem colocar bolachas com chocolate (também tenho de experimentar :) ).
domingo, março 06, 2011
Bolachas de alfarroba
Por vezes temos fases em que estamos mais silenciosos. Não é mau nem bom... é simplesmente assim.
Ingredientes
200 g de manteiga
170 g de farinha de alfarroba
100 g de farinha com fermento
1 ovo
90 g de açúcar em pó
Numa taça juntam-se a manteiga cortada em pedaços pequenos, a farinha e o açúcar peneirados e todos os outros ingredientes até se formar uma bola.
Envolve-se a massa com película transparente e vai ao frigorífico, pelo menos 30 minutos.
Formam-se bolas pequenas e colocam-se num tabuleiro forrado com papel vegetal ou tapete de silicone.
Vai ao forno pré-aquecido a 200 graus.
São óptimas para acompanhar com chá, café ou um copo de leite gelado.
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